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A língua Haida do Sul é uma língua em perigo de extinção falada pelo povo Haida do arquipélago Haida Gwaii, ao largo da costa da Colúmbia Britânica, Canadá. É um dos dois membros sobreviventes da família da língua Haida, sendo o outro o Haida do Norte. O sul de Haida tem um total estimado de oradores. Todos os oradores do Sul de Haida, excepto dois, têm mais de sessenta anos de idade. A língua não está a ser transmitida às novas gerações, uma vez que a maioria das pessoas Haida fala agora apenas inglês. A última oradora fluente de Haida do Sul, Florence Edenshaw Davidson, faleceu em 2008. O povo Haida ocupa Haida Gwaii há mais de 10.000 anos. O primeiro contacto com os europeus teve lugar em 1774, quando o explorador espanhol Juan Pérez avistou as ilhas. Em 1834, o explorador britânico George Vancouver cartografou as ilhas. O povo Haida foi dizimado pela doença e pela guerra no século XIX. No início do século XX, restavam apenas cerca de 200 Haida. Nos anos 50, um programa do governo canadiano deslocou à força muitos Haida para áreas urbanas, numa tentativa de os assimilar na sociedade canadiana dominante. Este programa teve a consequência não intencional de enfraquecer ainda mais a língua e a cultura de Haida. A língua Haida está agora classificada como ameaçada pela UNESCO. Estão a ser feitos esforços para reavivar a língua, através de aulas de língua e da utilização de Haida em meios de comunicação impressos e online.

Localização linguística, regiões e guiões

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